10 Outubro 2017
Centenas de sabores para experimentar – e se deliciar – num vasto mundo de formatos e formulações. Prático, acessível e refrescante, o sorvete é umas das sobremesas favoritas de todas as faixas etárias, que impulsionaram o consumo global de 17,6 bilhões de litros do produto e geraram vendas de 64 bilhões de euros em 2015. E a expectativa é que esse consumo cresça ainda mais à medida que surgem novos sabores, mais exóticos e saudáveis, que satisfazem diferentes tipos de paladar. 

Antes das novidades chegarem às lojas, contudo, é preciso inovar na indústria e nos processos de fabricação. Afinal, por trás de cada picolé, cone, copo e pote de sorvete, existem eficientes soluções para embalar, congelar, extrusar e manusear o produto. 

Com um portfólio completo e bem flexível para esse segmento, a Tetra Pak acompanha de perto as tendências de mercado. Sabe-se, por exemplo que toda a inovação deve garantir redução de custos para tornar produtores de pequeno, médio e grande portes mais competitivos, assim como deve atender demandas dos consumidores que pedem opções sem glúten, lactose e menos calóricas.  

“O produto tem que se destacar e aqui vale ousar na forma, cobertura e até na embalagem. As marcas estão apostando em opções premium, que oferecem experiências sensoriais com diferentes texturas e ingredientes de alta qualidade.  No Brasil, um nicho bem explorado e com forte potencial de crescimento tem sido o sorbet de frutas, com especial foco no de açaí (feito com alta concentração de fruta)”, afirma Igor Santos, gerente de vendas da área de sorvetes e soluções em processamento da Tetra Pak. 

No último ano, o brasileiro consumiu mais de 1 bilhão de litros de sorvete. Baunilha, chocolate e morango continuam sendo os sabores preferidos, mas variações com ervas e especiarias têm ganhado cada vez mais reconhecimento de paladares exigentes e curiosos. 

Cocriação

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (ABIS), existem aproximadamente 8 mil empresas que se encaixam no setor de sorvetes no Brasil, 90% das quais são micro e pequenas. 

Para apoiar esses fabricantes, é preciso oferecer soluções flexíveis e de alta performance que forneçam um baixo valor operacional. “Todos os nossos equipamentos de produção de sorvete foram projetados para otimizar a eficiência e atingir o melhor nível de qualidade ao menor custo possível. Linhas bem projetadas com controle avançado de temperatura permitem um produto consistente na alta qualidade e com reprodutibilidade garantida”, complementa Igor.

Além das máquinas, a companhia oferece aos produtores uma “jornada da inovação” – método que prevê a imersão total do cliente, que pode testar produtos, conhecer serviços técnicos e trocar conhecimentos e experiências com outros profissionais. A ideia é compilar novos pensamentos para percorrer uma trajetória rumo ao sucesso, abandonado o “lugar comum”. Além de aprimorar características de produtos tradicionais, são identificadas oportunidades para a introdução de novas categorias no mercado. Afinal, para a companhia, inovar é antecipar o futuro, traduzindo uma ideia em novos produtos ou serviços.

Qualidade e flexibilidade 

O último lançamento da Tetra Pak para o setor foi a linha de extrusão de sorvetes com nova tecnologia para produtores de médio porte. Com cortadores horizontais autônomos, a tecnologia fatia o sorvete conforme ele é extrusado, permitindo que a velocidade de corte se mantenha rápida independentemente do ritmo da linha.  Capaz de variar entre 5 mil a 18 mil produtos por hora, a linha tem a vantagem de flexibilização para os produtores de médio porte, permitindo que aumentem ou diminuam sua produção sem comprometimento da eficiência. 

“O lançamento responde à crescente demanda por flexibilidade dos produtores brasileiros de sorvete, que buscam mais diversificação e novos produtos para atender aos anseios dos consumidores. A flexibilidade para produção de diversos produtos combinada à possibilidade de operar com capacidade variável, sempre mantendo elevados padrões de eficiência e de qualidade, são benefícios claros da nova tecnologia”, afirma Marcio De Maria, diretor de sistemas de processamento da Tetra Pak.



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